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Ensaio Autobiográfico do Poeta Jaír Francisco da Silva Júnior – Cáceres – MT – Brasil

JairUM BREVE ENSAIO AUTOBIOGRÁFICO

(a quem possa interessar ou a quem tiver paciência para ler)

Escrever uma autobiografia é algo bastante difícil, pois como evitar ser arrogante ou presunçoso ao falar de si mesmo? Parabenizo a quem consegue evitar isso! Normalmente, mesmo que a pessoa não tenha muito a dizer sobre sua vida, sempre terá muito a dizer sobre suas infinitas qualidades e bondade, afinal, quem se considera uma pessoa má? Por isso insisto: é algo bastante difícil escrever uma autobiografia!

Eu poderia falar de minhas realizações e grandes feitos na vida, mas meus maiores feitos foram me sacrificar e dedicar a uma família que nem existe mais – estou separado e desta relação de doze anos restou-me apenas um maravilhoso filho de quatro anos e meio! Poderia dizer que fiz três anos de Odontologia e que tive que parar por problemas financeiros, mas para que isso? Afinal, já faz tanto tempo – não vale a pena falar de um sonho não realizado no ano de 1998! Também poderia dizer que fiz dois anos e meio de Ciências Contábeis e que – mais uma vez – tive que parar por problemas financeiros, mas para que? Nem me identifiquei com o curso do qual me libertei por força do destino no ano de 2005! Ou quem sabe poderia dizer que atualmente curso Gestão de Recursos Humanos, mas – insisto – para que, se sua conclusão é almejada, porém incerta considerando minhas experiências anteriores?! Posso dizer, então, qual é minha profissão: Técnico em Informática; mas nem exerço mais a profissão – que para mim nunca foi um trabalho, mas sim uma diversão! Mas não sou aposentado e tampouco desocupado, então pelo menos direi que sou servidor publico efetivo na Sede Administrativa da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT! Vivo na cidade de Cáceres – meu cárcere literário – no Estado de Mato Grosso, conhecida como “Princesinha do Rio Paraguai” – mas até agora não vi a coroa ou o castelo, só as masmorras! Ao caprichoso Destino não bastou condenar-me ao exílio que cruelmente me manteve distante das terras onde se respira arte; quis ele – para seu deleite – encarcerar-me e agrilhoar-me!

O que posso dizer que tenha alguma relevância artística? Pouco! Nasci em 11 de junho de 1977, na cidade de Maringá, no Estado do Paraná. Filho de uma Pedagoga e de um Terapeuta, desde cedo desenvolvi grande interesse pela leitura – assim que aprendi a ler. Aos sete anos divertia-me lendo livros de ciências e de ocultismo – estes últimos em segredo. Na adolescência, passavas as tardes na biblioteca municipal lendo (geralmente enciclopédias), ou então cuidando de minha irmã caçula – sempre fui apegado à família! Apesar de não ter formação alguma ou mesmo algum curso, sempre fui amante do conhecimento e das artes em suas variadas formas – não sou profundo conhecedor, apenas gosto! Sempre fui um ávido leitor (ainda que atualmente não tenha tido muito tempo para leitura), pesquisador independente e autodidata!  Embora tenha talento para a Música e para a Pintura, nunca desenvolvi estas habilidades em um nível satisfatório para mim, o que não me impede de me aventurar nestas formas artísticas! Quanto à forma de arte conhecida como Poesia, apenas a sinto e inevitavelmente a expresso de forma escrita, seja na forma de Poemas ou na forma de Prosas Poéticas! Não conheço regras, estilos ou formas, nem mesmo sou um profundo conhecedor da Língua Portuguesa; apenas escrevo de forma livre, pois ainda que meu corpo se encontre encarcerado e em desterro literário, meus pensamentos e sentimentos são livres e voam como uma pluma a navegar pelos Ventos Alísios – minha alma será livre enquanto não for lançada ao Tártaro ou aos Campos Elíseos!

Quando perguntamos a uma pessoa quem ela é, normalmente ela responde dizendo qual é sua profissão, sua ocupação ou a sua titulação, como se as aparências e as atividades – elementos tão superficiais – definissem quem ela é! Nunca fala do Ser, ou seja, se perde na superficialidade e mecanicidade da vida e se esquece de si mesma, de quem realmente ela é! É justamente nesta confusão que o Ser Humano perde seus valores, sua verdadeira essência; é onde ele fatalmente se perde! Quem ele realmente é está constituído pelo triunvirato alma-mente-coração, cujos desideratos ditam a forma com a qual impera sobre a vida! A respeito disso, ou seja, a respeito de sua verdadeira essência, ninguém pensa ou ousa falar, seja por ignorância ou por impossibilidade de expressar com palavras! O Poeta tem a vantagem de conseguir expressar em palavras sua essência, seu Ser, quem realmente ele é – perscrutamos sua cabeça, seu peito e sua alma! Quando lemos um Poema ou uma Prosa Poética, lemos o Poeta, lemos sua alma – entramos em sua cabeça e sentimos com o seu coração! Assim sendo, caros amigos, faço-lhes uma pergunta: querem me conhecer de verdade? Então, por favor, esqueçam minha biografia e leiam o que escrevo, pois escrevo com a alma e com o coração! Se me lerem, estarão lendo minha alma singela, meu coração por vezes confuso e intenso, e minha mente por vezes complicada, complexa!

Minha alma coloco diante de vós como um livro aberto – um livro antigo, velho – escrito com a ferruginosa tinta que brota do coração e com as etéreas palavras que perfumam a mente – inspiradas pela alma, mas revestidas com conhecimento! Folheai com respeito, pois nas páginas do meu Livro da Vida, lereis uma alma que exultante se desnudou para vosso deleite

N O T A

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