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VOTO – DE CARLOS MAGNO DE MELO

Voto

Carlos Magno de Melo . Médico, Escritor e Cronista

 

 

Cidadã leitora, cidadão leitor, o voto, segundo o Aurélio,” é promessa solene com que nos obrigamos para com Deus. Promessa solene, juramento, súplica à divindade, desejo ardente, modo de expressar a vontade num ato eleitoral, cédula.”

Pois é. Deveria ser tratado mais a sério. Com solene reverência. Principalmente pelos políticos.                    

E por nós, os eleitores. É uma promessa solene que fazemos à Pátria. E a nós. Em nosso nome e em nome dos que são impedidos de votar. As crianças. Nós votamos por nós e por elas. Olha tamanha responsabilidade. O nosso voto define o futuro das crianças.

O voto, para ser em essência democrático, não deveria ser obrigatório. Mas o é. Vamos lá: há uma regra. Vamos cumpri-la, até que os senhores deputados federais apresentem propostas para sanar esta truculência. Há uma Lei autoritária que coloca o voto como dever e não como direito. Nenhum direito é obrigatório. Mas há uma Lei. Então, cumpramo-la, pois.

O voto “é uma promessa solene com que nos obrigamos para com Deus”. No nosso caso eleitoral, obrigamo-nos para com nosso País. Voto não é mercadoria de barganha. Voto não se compra com favores, benefícios, dinheiro, promessas vãs, tapinhas nas costas, compadrios e mais uma gama de motivos outros que não o compromisso com a verdade embutida na solenidade da promessa de melhores dias. Voto é promessa solene, juramento. Voto comprado é crime. Vejamos o mensalão. Gente considerada boa, foi parar na cadeia. Venda de voto é crime, é bom quese repita. Comprar, também. Atentemos para os desviados da retidão, os maus candidatos.

Agora, dia 5, teremos eleições para vereadores, prefeitos, deputados estaduais, (distritais, em Brasília), governadores, senadores e presidente. Vamos assumir, no fundo da nossa consciência, que o voto é um juramento, uma promessa solene que fazemos para com o futuro do nosso povo. Claro, e com nosso futuro. Vamos votar com a consciência imbuída de que estaremos nos comprometendo com nosso município, nosso estado e com o Brasil.

Dia 5, poderemos hastear nossa Bandeira aos ventos que nos levem a patamares mais confortáveis ou poderemos atirá-la em báratro nebuloso.  Pensemos.

 

 

 

 

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