Você está em: Inicial » Angola // Brasil // Cabo Verde // Curiosidades // Galiza // Goa, Damão e Diu // Guiné-Bissau // Macau // Matérias Especiais // Moçambique // Notícias // Países // Portugal // São Tomé e Príncipe // Timor Leste » 13 BASES NORTE-AMERICANAS PRÓXIMAS DO BRASIL…..

13 BASES NORTE-AMERICANAS PRÓXIMAS DO BRASIL…..

PARA QUÊ TANTAS BASES MILITARES NA FRONTEIRA E NAS PROXIMIDADES DA FRONTEIRA DO BRASIL????

O Governo e os políticos brasileiros estão atentos a esta realidade , tanto em relação aos E.U.A. como  às intenções dos governantes dos países vizinhos ???

VEJAM O MAPA ABAIXO COM A LOCALIZAÇÃO DAS BASES MILITARES

Se pesquisarem no GOOGLE, terão mais informação substancial sobre biopirataria  e  ONGS estrangeiras na Amazônia, bem como a origem de muitos conflitos sobre a demarcação de terras para os índios e simultânea perda das mesmas pelos brasileiros não índios, que as cultivaram e desenvolveram por muitas décadas  ou séculos.

Mapa 4: Presença Militar dos EUA na América do Sul, bases e Operações

Militares

Mapa 4: Presença Militar dos EUA na América do Sul, bases e Operações Militares

Outras instabilidades: a presença militar norte-americana e os seus desdobramentos na segurança regional

45Um notável fato político da atual conjuntura é que a América do Sul e particularmente o Brasil, foram praticamente excluídos das estratégias globais dos EUA nos últimos anos, situação que sugere a imagem de uma aeronave que desapareceu da tela do radar. Pesquisa realizada com base nos artigos publicados de 2000 a 2005, em três das mais prestigiadas revistas do mundo (Foreign Affairs, International Relations e International Security), nas quais pontificam os principais analistas e formuladores da política internacional contemporânea e particularmente norte-americana, comprovou essa tendência geral. Salvo referências esparsas a questões periféricas e pontuais envolvendo, sobretudo, o conflito colombiano e a suposta presença de grupos islâmicos de apoio ao terrorismo na Tríplice Fronteira de Iguaçu, a nossa região de referência não tem sido objeto de preocupações desses formuladores.

  • 6  Dentre outros, National Foreign Intelligence Board, “Global Trends 2015: a dialogue about the futu (…)

46Os documentos de governo que explicitam essas políticas6, revelam também que os rumos adotados para os cenários estratégicos da superpotência passam ao largo dos países situados ao sul do Panamá. Eles se dirigem agora para as novas prioridades: o combate ao terrorismo em escala global e o fortalecimento da sua atuação política e militar na Ásia Central, na China e na Índia, no Sudeste do Pacífico, no Oriente Médio, na Europa Ocidental (e agora particularmente na Oriental). Nos últimos dois anos, essas prioridades também têm incluído a ampliação da sua presença militar na África.

47Essas mudanças recentes na sua estratégia global correspondem de certo modo à nova configuração geopolítica do poder mundial que requer, portanto, uma outra logística do seu aparato de guerra, a qual implicou, a partir de 2005, na adoção do mais abrangente programa de reordenamento da sua rede de bases militares espalhadas por todos os continentes, a qual expressava, claramente, os antigos arranjos correspondentes ao quadro que resultou do Pós-Segunda Guerra e da Guerra Fria. É nesse contexto que ocorreu a transferência do South Comand das suas forças armadas para Miami, decisão que aparentemente tem a ver com alguns eventos recentes e marcantes, como o estreitamento das suas relações com o México, o alargamento da sua influência (e da presença militar) na América Central e em parte do Caribe, a intensificação da sua intervenção no conflito colombiano, a consolidação da sua estratégica base militar no Equador e a radicalização do discurso e da prática anti-americanista do Presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

48Atualmente, a rede logística das forças armadas norte-americana – bases militares ou centros/núcleos de apoio – nessas regiões e na América do Sul está posicionada em mais de vinte áreas e territórios: Guantánamo (Cuba), Soto Cano (Honduras), Aruba, Curaçao (Ilhas Holandesas), Comalapa (El Salvador), Manta (Equador), Colômbia e Peru (nesses dois países estão instalados por volta de 17 centros e núcleos de apoio para operações militares). A ampliação da presença militar norte-americana na América do Sul, ainda que em escala incomparavelmente inferior à das novas “regiões estratégicas” do mundo, tem provocado reações diversas dos governos dos seus países. O novo Presidente do Equador, por exemplo, declarou na sua posse que não renovará – em 2010 – o acordo militar que permitiu aos EUA instalar a sua importante base aeronaval de Manta. Por outro lado, os norte-americanos também estão desenvolvendo gestões junto ao governo paraguaio, visando implantar naquele país uma base de apoio logístico-militar (em área relativamente próxima ao Brasil), com a declarada justificativa de que esta se destinaria às atividades de monitoramento direto da Tríplice Fronteira e do suposto apoio da sua comunidade árabe ao terrorismo islâmico.

14 Comentários + Comentar

Deixe um comentário





Voltar à página anterior Imprimir esta página

Patrocinadores

  • logo_aa

Design e Desenvolvimento - MagicSite Internet Solutions